Veja mais apresentações de Francisco Vasconcelos.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Alfred Lothar Wegener
Aqui fica um relato da vida de Wegener.
Como sei que não gostam de Inglês tive o cuidado de seleccionar um vídeo em...italiano!!!
P.S. se preferirem, há na versão alemã...
Como sei que não gostam de Inglês tive o cuidado de seleccionar um vídeo em...italiano!!!
P.S. se preferirem, há na versão alemã...
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Teorias Pré-Wegenerianas
Teoria Catastrófica
Muito antes de Wegener, já em 1596, o cartógrafo alemão Abraham Ortelius salientou a complementaridade no contorno das Américas, da Europa e da África e concluiu, no seu trabalho Thesaurus Geographicus, que estes continentes, no passado, estiveram juntos e separaram-se devido a grandes catástrofes naturais, como terramotos e inundações. Na época, e até ao século XIX, os relevos terrestres eram interpretados à luz dos textos sagrados e justificados pela ocorrência de grandes catástrofes naturais. Esta corrente de pensamento ficou conhecida como Catastrofismo.
Complementarmente, uma outra corrente de pensamento defendia que a distribuição dos oceanos e dos continentes se manteve constante ao longo dos tempos geológicos.
Teoria Permenentista
Assim, esta corrente - o Permanentismo - não admitia a mobilidade dos continentes. Mais tarde, Francis Bacon, no seu trabalho Novum Organum, publicado em 1620, comentou que a complementaridade entre os continentes era demasiado evidente para representar uma simples coincidência, sugerindo um ajustamento da costa oriental da América do Sul com a costa ocidental de África.
Em 1666, François Placet defende que, antes do Dilúvio referido na Bíblia, as terras deveriam estar unidas.
Teoria Contraccionista
Em 1858, Snider-Pellegrini evidencia a semelhança existente entre a flora fóssil de uma camada de carvão que aflora quer nos Estados Unidos quer na Europa. Snider-Pellegrini avançou então com a hipótese de que os continentes, hoje separados pelo Oceano Atlântico, no passado tinham estado em contacto e, posteriormente, tinham-se separado. O Oceano Atlântico ter-se-ia formado a partir da depressão de parte de um continente - a Atlântida – e da abertura de um enorme vale, na sequência do Dilúvio. Para explicar estes movimentos, Snider-Pellegrini baseava-se na Teoria Contraccionista, unanimemente aceite pela comunidade científica da época, segundo a qual a Terra, inicialmente quente e incandescente, entrou num processo gradual de arrefecimento e de contracção.
Este processo de contracção motivaria não só o afastamento dos blocos continentais como a formação dos oceanos e das montanhas.
Em 1880, Eduard Suess, contraccionista e catastrofista convicto, defendeu a ideia de que a África, a América do Sul, a Austrália e a Índia fizeram parte de um mesmo continente, o qual denominou Gondwana.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
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